Processo

      Para auxiliar na elaboração da proposta, as equipes deverão cumprir etapas e documentar suas produções na forma de slides e apresentação. Sugere-se que o dossiê seja construído durante o semestre letivo, paralelamente ao cumprimento das etapas, e não apenas ao final.

      A equipe deverá escolher um@ presidente, que distribuirá as atividades entre os membros do Laboratório Farmacêutico, ao longo do desenvolvimento das etapas. As etapas 1-4 deverão ser apresentadas presencialmente, utilizando slides que devem ser enviados no dia anterior à apresentação, em um espaço específico do AVA da disciplina. 

      O dossiê deverá ser enviado ao final da disciplina, de acordo com o nosso Plano de Ensino e cronograma, em formato pdf em local correspondente no AVA da disciplina.


Definição do farmacógeno, princípio (s) ativo (s), indicação de uso e a categoria para registro.

          A equipe deverá acessar a monografia da espécie vegetal e outros documentos digitais (artigos, livros, etc) para conhecer o (s) farmacógeno (s) da espécie, seus princípios ativos, seus usos tradicionais/populares e/ou suas atividades farmacológicas comprovadas através de estudos etnofarmacológicos, ensaios pré-clínicos e clínicos, quando estiverem disponíveis [recomenda-se que @ presidente distribua itens para serem pesquisados por cada membro do Laboratório]. Após a pesquisa, os membros devem se reunir e expor os seus achados. A equipe então irá:

  1. Escolher o farmacógeno para o desenvolvimento do fitoterápico, o (s) princípio (s) ativos  e a indicação terapêutica proposta para o fitoterápico;
  2. Escolher se o produto será um medicamento fitoterápico ou medicamento tradicional fitoterápico, baseando-se nas informações de estudos etnofarmacológicos, pré-clínicos e/ou clínicos.
  3. Produzir material expositivo para apresentar as escolhas do Laboratório. 

Definição dos parâmetros para o cultivo e manejo da planta medicinal e obtenção da droga vegetal.

        A equipe deverá acessar as monografias disponíveis para a espécie e pesquisar artigos que apresentem estudos agronômicos e químicos, com Lippia sidoides, afim de buscar informações sobre: produção de mudas, necessidades nutricionais, corte, sazonalidade, rendimento de constituintes químicos, adubação, irrigação, influência de temperatura e irradiação, microorganismos no solo, influência do tipo de solo, colheita e secagem [recomenda-se que @ presidente distribua itens para serem pesquisados por cada membro do Laboratório]. Após a pesquisa, os membros devem se reunir e expor os seus achados. A equipe então irá escolher:

  1. Como deverá ocorrer a obtenção das mudas.
  2. Qual tipo de irrigação será usada.
  3. Quais melhoramentos no solo serão realizados.
  4. Qual adubo será utilizado.
  5. Qual a melhor época de colheita do farmacógeno escolhido.
  6. Como será realizada a obtenção da droga vegetal.
      Após definidas todas as escolhas a equipe irá produzir material expositivo contendo material referente as duas primeiras etapas para apresentação em sala de aula.

Definição  da preparação vegetal que será usada na elaboração do fitoterápico, bem como, seu protocolo de obtenção.

     A equipe deverá acessar as monografias disponíveis para a espécie e pesquisar artigos que apresentem estudos químicos, com Lippia sidoides, afim de buscar informações sobre: comparação de perfil químico entre preparações vegetais, perfil químico de preparações vegetais, presença do princípio ativo e/ou marcador analítico escolhido em preparações vegetais, teor do princípio ativo e/ou marcador analítico escolhido [recomenda-se que @ presidente distribua itens para serem pesquisados por cada membro do Laboratório]. Após a pesquisa, os membros devem se reunir e expor os seus achados. A equipe então irá escolher:

  1. A preparação vegetal que será usada como IFAV na formulação do fitoterápico;
  2. Protocolo de obtenção da preparação vegetal (contendo solvente escolhido, método extrativo, temperatura de extração, tempo de extração e outras operações como, filtração, concentração, etc;
  • LEMBRETE: a preparação vegetal e o protocolo de obtenção devem estar alinhados com a presença do grupo químico que foi escolhido para atividade farmacológica presente no fitoterápico, ou seja, deve haver garantia da presença do grupo ou molécula ativa na preparação.

Definição  do protocolo de controle de qualidade qualitativo e quantitativo. 

Com base na preparação vegetal e marcador ativo ou analítico escolhido, em conjunto com dados disponíveis na literatura, a equipe deverá:

1. Escolher e descrever o método para análise qualitativa da presença do marcador na preparação vegetal (apenas método cromatográfico);

2. Escolher e descrever o método para análise quantitativa (teor) do marcador na preparação vegetal (apenas método cromatográfico).



Etapa 5: 

Definir a forma farmacêutica, nome fantasia e layout de apresentação do fitoterápico, finalização do dossiê.

A equipe deverá:

  1. Com base no uso escolhido para o fitoterápico e características da preparação vegetal escolhida (baixa, média ou alta polaridade; sólido, semi-sólido, líquido) definir qual a forma farmacêutica para o protótipo proposto.

  1. Nomear o fitoterápico e escolher um layout de apresentação do produto. O nome do fitoterápico deve apresentar relação com a planta ou o uso pretendido.

Etapa 6: Apresentação da proposta.

  1. O laboratório deverá escolher um representante para apresentar e defender seu protótipo de fitoterápico em reunião, com a presença de todos os Laboratórios concorrentes e diretoria, para a escolha do melhor protótipo apresentado.


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